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Texto (C) Morandini

Um logotipo é a parte mais visível da alma de uma empresa. Muito mais do que um simples desenho, ele traduz visualmente a filosofia, as qualidades e a identidade de um negócio, um produto ou serviço.
É claro que uma marca gráfica não faz isso sozinha, mas ela é um ponto fundamental para alavancar estratégias de publicidade, ações de marketing e coerência da identidade corporativa.

Sejam empresas de pequeno, médio ou grande portes, muitas delas não dão a devida atenção e importância ao desenvolvimento de sua marca gráfica, tratando o assunto de maneira quase leviana. Em certos aspectos, isso pode representar a diferença entre uma marca valer milhões de dólares e outras sucumbirem ainda na linha de partida.

Aqui vão algumas dicas para que sua marca NÃO dê certo…

> Mesmo SEM conhecimento aprofundado, desenhe você mesmo a sua marca.

> Para economizar, chame aquele seu sobrinho que ‘mexe bem no computador’ e peça para ele criar seu logotipo (de graça).

> Adapte uma marca bem conhecida para seu negócio (Coca-Cola, Nike, Mc Donald’s, por exemplo).

> Copie o logotipo do seu concorrente.

> Delegue a importante tarefa de criar seu logo ao pessoal da gráfica que vai imprimir seus cartões (como não são especializadas, muitas fazem de graça ou cobram bem baratinho, sabia?)

> Contrate um designer mas não dê muito tempo para ele trabalhar. Diga que é ‘pra ontem’.

> Contrate um designer apenas pelo preço, mesmo que o portfólio dele não seja lá essas coisas…

> Use apenas cores e formas do seu gosto pessoal, sem se importar com o perfil do seu público consumidor.

> Um designer estudou muito para atuar profissionalmente. Apesar de ser um profissional altamente competente e gabaritado, não dê ouvidos a ele, não aceite seus conselhos e ignore suas sugestões.

Mas, se você quiser criar uma marca gráfica forte, que funcione e que tenha um ótimo desempenho onde quer que seja aplicada, contrate um designer e confie nele. Converse, troque informações e diga aquilo que achar necessário, mas respeite o profissional. Designers não são ‘deuses’ mas os competentes sabem muito bem o que estão fazendo!

Texto (C) Morandini