Julho 2008
Arquivo Mensal
Arquivo Mensal
Publicado por Morandini em 31 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini

Morreu nesta quinta-feira (31), às 9h20, o arquiteto, escultor, pintor, desenhista e mosaicista Athos Bulcão. Aos 90 anos, completados no último dia 2, ele estava internado havia quatro meses no hospital Sara Kubitschek, em Brasília, onde se tratava do mal de Parkinson.
Suas obras estão espalhadas por igrejas, murais e monumentos de Brasília. Athos, que nasceu no Catete, no Rio, foi amigo de alguns dos mais importantes artistas brasileiros modernos, como Carlos Scliar, Jorge Amado, Pancetti, Enrico Bianco.
Segundo a biografia publicada no site da Fundação Athos Bulcão, foi Bianco quem o apresentou a Burle Marx, Milton Dacosta, Vinicius de Moraes, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Ceschiatti e Manuel Bandeira, entre outros.
Aos 21 anos, de acordo ainda com a biografia, conheceu Portinari, com quem trabalhou como assistente no mural de São Francisco de Assis, na Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Mônica Bergamo
Folha de S.Paulo
Publicado por Morandini em 31 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
“Pense mais, projete menos.”
Ellen Lupton, escritora e designer americana
Publicado por Morandini em 29 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
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Numa época em que a alta tecnologia está presente em todos os campos, parece meio estranho falar em desenhar e projetar no verso de um guardanapo de papel… Mas é esse conceito que defende Dan Roam, autor do excelente livro On the back of the napkin (ainda não traduzido para o português). Roam foi chefiar uma agência de comunicação na Rússia. O problema é que ele não falava nenhuma palavra no idioma local. A solução foi desenhar o que ele queria em pedaços de papel, o que era prontamente respondido da mesma maneira pela sua equipe. Essa forma meio rudimentar - e eficaz - de se comunicar, foi o pontapé inicial do livro, que defende a importância dos rabiscos antes do computador. Ele diz que qualquer pessoa, independentemente de talento ou treino, pode usar desenhos para descrever conceitos técnicos complexos de design, resolver problemas e expressar idéias.
Para saber mais e ouvir algumas dicas bem bacanas (em inglês), acesse thebackofthenapkin
Publicado por Morandini em 28 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
O Mirror Tic Tac Toe, criado pelo designer israelense Sahar Peleg, é uma daquelas raras idéias simples e inteligentes. Nesse divertido Jogo-da-Velha, metade dos símbolos ‘X’ e ‘O’ são reais; a outra metade fica por conta do espelho.
A dica foi enviada pela Mariane, frequentadora assídua deste blog (que também é minha filha e, apesar de bióloga, adora um produto bem desenhado…).
Publicado por Morandini em 28 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
“A arte é a assinatura da civilização.”
(Beverly Sills)
Publicado por Morandini em 25 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini

Nossos produtos funcionam, colocam um sorriso no seu rosto e não custam uma fortuna.
Esta frase resume o que é a Fred & Friends: uma empresa que vende produtos com uma pitada (ou duas) de irreverência. Lá você encontra coisas para casa, escritório, cozinha, banheiro e muito mais. Tudo absolutamente supérfluo, mas com um bom humor contagiante.
Para conhecer os produtos da Fred & Friends, clique AQUI
Publicado por Morandini em 24 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
A Rita Petrykowski Peixe é professora de design em Joinville. Com faro apurado para as questões urbanas, ela realizou uma intervenção muito bacana em Xavantina (cidade localizada no Oeste de Santa Catarina), que está dando o que falar. Como a cidade é voltada à suinocultura, ela idealizou uma exposição de esculturas de concreto em forma de porcos, que foram pintadas por moradores de Xavantina, também conhecida como Capital Nacional do Suíno.
A Rita me contou que “a exposição teve como mote inspirador a Cow Parade, porém, foi numa outra direção, tendo em vista seu caráter didático. A idéia de incluir moradores foi sensacional - ouvir e ver aquelas pessoas do interior, de várias idades e níveis de instrução, falar de arte, depois de algumas reuniões para discutirmos sobre os projetos que seriam propostos!”
No total foram produzidas 13 esculturas de grande formato, que foram espalhadas pela cidade e, certamente, deixaram Xavantina ainda mais alegre!

Publicado por Morandini em 23 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Publicado por Morandini em 22 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Não sei se é mania, compulsão, desvio de caráter ou esquisofrenia…
O fato é que eu estou quase sempre desenhando e rabiscando. Seja falando ao telefone, apresentando uma proposta ou anotando alguma idéia, estou invariavelmente com uma lapiseira na mão. O engraçado é que, apesar de adorar lapiseiras (já fui colecionador, mas acabei presenteando os amigos com várias delas, ficando só com as favoritas) meu fetiche são os lápis. Tenho vários de diversas marcas espalhados pelo estúdio, inclusive da impronunciável marca Koh i Noor, da qual também tenho uma lapiseira.
Navegando por aí, encontrei este site que reune diversas marcas de lápis de todo o mundo. Se você curte um bom e velho lápis, vale conferir.
Publicado por Morandini em 18 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Ontem, o estudante Rafael Augustaitiz foi expulso da Faculdade Belas Artes, em São Paulo. Motivo: seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se resumiu em reunir 40 pichadores e fazer uma ‘intervenção’ nas salas, muros e fachadas da faculdade, onde era bolsista do curso de Artes Plásticas. Segundo o aluno, sua idéia era mostrar ‘os limites da arte’… Na época do ocorrido, os pichadores se envolveram numa briga com os seguranças da instituição e alguns chegaram a ser detidos pela polícia. Em seguida, a faculdade instituiu uma comissão que acabou determinando a expulsão do aluno.
Você é contra ou a favor da apropriação do espaço privado (ou mesmo público) para intervenções desse tipo? Dê sua opinião!
Abaixo, segue um texto sobre pichação e grafite que escrevi há alguns anos, publicado na revista eletrônica O Q Design.
Texto publicado na revista eletrônica O Q Design - Março de 2003
Ruas e vielas. Celas e cavernas.
Viver numa cidade como São Paulo, é como viver num clipe musical onde as imagens são despejadas abundante e aleatoriamente num cenário em constante mutação. É o mundo todo encaixado numa cidade de algumas dezenas de quilômetros quadrados. Uma imagética bizarra, que mistura um pouco de tudo. A linda modelo desfila passando pelo morador de rua. A fachada de gosto duvidoso faz contraponto com a loja luxuosa. A pichação faz as vezes de obra de arte. A cidade é um grande ‘patchwork’ gráfico de cores, formas, texturas e estilos. A mesma cidade que revigora nosso instinto criativo, abastecendo nosso arquivo de imagens, também se deteriora. O caos visual se instaurou e, como ‘craca’ no casco dos barcos, se alastrou e proliferou.
A inscrição no muro, feita de signos muito particulares, representa a parede da cela, pichada pelo preso que não tinha outra forma de matar o tempo e o tédio, ou mesmo protestar.
Se, para a maioria das pessoas, grafite é arte, por que a pichação não é? Porque ela transgride o limite do senso estético aceitável e digerível do grafite. O grafite enfeita, colaborando para a decoração urbana. Ele entretém o passante. O grafite agride. É primitivo demais para nosso padrão plástico pré concebido. É o risco do homem da caverna passado para o espaço urbano.
E, quem deixou que o ‘caos’ se instalasse? Quem aceitou a transgressão? Ora, a própria cidade foi conivente com essa ação ao permitir o crescimento desordenado da orgia visual. A poluição visual, crescente e irresponsável possibilitou ao pichador tomar parte da festa com suas garatujas ininteligíveis. A cidade deu o atestado moral e autenticou a presença do homem das cavernas do século XXI. Ele encontrou seu habitat natural ao deparar com a propaganda grotesca, com a placa tosca e mal-acabada e com a fachada fora da lei. Aí ele sacou sua lata de spray e interagiu com aquele cenário, contando sua própria história. Participou com seu excesso naquilo que havia muito já transbordava. Quem somos nós, hoje, para lhe tirar a legitimidade. Pedir para que pare de rabiscar a cidade se nós continuamos a emporcalhá-la com nossa panfletagem instituída.
Vamos dar uma organizada na orgia! Vamos por ordem na casa! Vamos estipular algumas regras e, principalmente, respeitá-las.
Certa vez, num debate, perguntei ao já falecido político Franco Montoro qual era sua opinião sobre a poluição visual que tomava (e toma) conta da cidade em tempos de eleição. Resposta pronta, ele afirmou que “preferia a sujeira da democracia à limpeza da ditadura”.
Aqueles eram tempos de liberdade recém conquistada, democracia fresca onde o fantasma da ditadura ainda assombrava. Tínhamos de exorcizá-lo. Hoje os tempos são mais leves. A limpeza da democracia já é possível. Não uma limpeza asséptica, sem nossas cores e nosso delicioso improviso. Não a limpeza obsessiva dos países ‘desenvolvidos’. Apenas uma dose necessária de organização que permita contemplar a cidade com nosso carnaval diário, mas onde cada integrante saiba definir bem qual seu bloco ou qual sua ala. Onde o muro velho ganhe sua intervenção, mas o monumento e a fachada sejam respeitados.
(texto escrito em março de 2003 - Copyright by Morandini)
www.morandini.com.br
Publicado por Morandini em 17 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
“A sociedade contemporânea é uma permanente guerra pela conquista do olhar.”
José Geraldo Couto
Publicado por Morandini em 16 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Recebi um simpático e-mail do João Nelson, estudante do último semestre de design e freqüentador deste blog, com diversos links interessantes. Um deles era do site do artista urbano ‘Blu’, que nasceu na Itália mas tem trabalhos espalhados nas paredes de vários países, inclusive aqui em São Paulo, nas colunas do Elevado Costa e Silva, o popular ‘Minhocão’.
Este vídeo de animação chama-se Muto, e foi produzido pelo artista na Argentina. Foi feito em stop motion, a famosa técnica do quadro-a-quadro. Detalhe: como se trata de grafitagem, cada imagem desenhada foi sobreposta à anterior, que teve de ser devidamente apagada para dar espaço ao novo desenho.
Eu já tinha visto este vídeo na internet há alguns meses. Cada vez que assisto, acho algum novo detalhe, daqueles de ficar pensando: - Como o cara fez isso??? Observe especialmente a relação entre tempo e espaço do vídeo. Vale MUTO a pena!
Publicado por Morandini em 15 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
A influente revista americana “New Yorker” está causando polêmica mesmo antes de chegar às bancas. A edição que será distribuída no próximo dia 21 traz na capa uma caricatura do provável candidato democrata Barack Obama com um turbante cumprimentando sua mulher, Michelle, vestida com uma roupa militar e carregando uma arma.
Conhecida por seus artigos críticos e sátiras, a revista traz um desenho de Obama e Michelle à frente de uma lareira onde queima uma bandeira americana, fazendo o mesmo gesto que fizeram quando o democrata garantiu a nomeação partidária.
Obama, questionado neste domingo sobre a publicação, foi cauteloso ao dizer apenas “não tenho resposta para isso”.
Embora já tenha dito inúmeras vezes que é cristão convertido, o boato de que Obama seria muçulmano - alimentado pelo fato de seu pai ter sido muçulmano - ainda é forte na internet. Uma pesquisa recente pediu os eleitores que dissessem a primeira palavra que viesse a mente ao pensar em Barack Obama e 3% disseram muçulmano.
A equipe de Obama preocupa-se que a caricatura alimente ainda mais este boato e, como a religião é fortemente associada pelos americanos com a al Qaeda e os ataques de 11 de setembro, afete seu apelo entre eleitores mais conservadores.
[Folha de S. Paulo]
Publicado por Morandini em 14 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Na ultima sexta-feira, dia 11 de julho, estive no Senac da Lapa, visitando a exposição Ilustra Brasil, que chegou a sua edição de número 5. Se faltou um pouco de ousadia na montagem da mostra, sobrou variedade de estilos e técnicas. Tirando as (necessárias!) ilustrações hiper-realistas, que definitivamente não fazem a minha cabeça, a maioria dos trabalhos expostos representava o alto nível da ilustração no Brasil. Surpreendeu o número de imagens feitas em técnicas não-digitais: cerca de 20% da exposição. Um bom exemplo é o trabalho do ilustrador Faifi, que mistura diversas técnicas em suas artes, obtendo resultados aparentemente simples mas de grande impacto visual.
Publicado por Morandini em 11 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini

Convenhamos: o futebol não é o campo (perdão pelo trocadilho!) onde se pratica o melhor design. Quando o assunto é uniforme, vemos muita ‘bola fora’ (nossa, essa foi péssima!). Pior ainda quando paramos para analisar os distintivos das equipes do Brasil e do mundo. A maioria merece cartão vermelho… (tá legal, esse foi o último trocadilho…)
Para ver um apanhado dessas maravilhas do design gráfico futebolístico, acesse o site www.distintivos.com.br. Lá, você encontrará mais de 25.000 símbolos de times e seleções de futebol - conhecidos ou não - divididos por países e continentes.
A dica foi enviada pelo Rafael, que além de freqüentador assíduo desse Blog é meu filho e craque de bola. Falando nisso, será que algum desses times não estaria precisando de um atacante ‘matador’? Informações neste blog…
Publicado por Morandini em 10 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
Fabricados há mais de 200 anos, os Moleskines são o sonho de consumo de qualquer artista. Pequenos blocos de desenho ou anotações feitos com papel acid free (não amarelam), eles têm a capa de couro, abrem 180 graus sem soltar as páginas e vêm com um elástico para mantê-los fechados. No final, há um pequeno envelope para acondicionar cartões, esboços e outros papéis.
Ontem, recebi dois Moleskines de presente pelo correio. Eles foram enviados pelo Marcelo e pela Laurie, que moram nos EUA. Adorei!
Os caderninhos são fabricados na Itália e dficilmente são encontrados aqui no Brasil. Eles já foram usados por Picasso, Van Gogh, Rembrandt, Henri Matisse, André Breton, Ernest Hemingway e Bruce Chatwin, entre outros.
Para conhecer mais sobre esses ‘fetiches’ artísticos, visite: www.moleskine.com
Publicado por Morandini em 08 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
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Sou amplamente a favor da regulamentação da profissão de designer.
Sempre que sou convidado para falar sobre o assunto, gosto de fazer analogias com outras profissões, estabelecendo comparações, tentando ilustrar um cenário mais amplo sobre a situação presente e o que ainda vem pela frente. Assim, costumo ser um observador atento daquilo que acontece em outras áreas e ocupações.
No último sábado, passei por uma rua de comércio popular de São Paulo. Além dos indefectíveis camelôs, que vendem de tudo um pouco, e já fazem parte da paisagem urbana, o que me chamou a atenção foram algumas placas que pontuavam o trajeto, penduradas em fachadas pra lá de deterioradas. Eram anúncios de dentistas (talvez a palavra ‘dentista’ devesse ser escrita entre aspas…), com direito a tabelas de preço - obturações por 20 reais, extrações por 15 reais e ‘orçamento grátis’ - e de óticas, com “óculos de grau por 99 reais - consulta grátis”!
Se, como categoria profissional, a odontologia e a medicina estão anos-luz à frente do design em matéria de organização, ética, regulamentação e alinhamento de valores praticados, aquelas inocentes plaquinhas nas fachadas fizeram soar em mim um alarme interno. A regulamentação da nossa profissão é necessária e urgente! Ela traçará diretrizes, estabelecerá limites e separará o joio do trigo (nunca tinha usado essa expressão antes…). Ela também dará direito ao exercício profissional somente aos portadores de diploma de curso superior e aos que comprovarem estar no exercício pleno da atividade por um determinado período.
Mas, e o dia seguinte?
A regulamentação será nosso ‘nirvana’? Ela pavimentará nosso caminho de ouro, salpicará a paisagem com nuvens brancas e recheará nossos dias com uma trilha sonora hollywoodiana? Longe disso… Pouca coisa mudará. Os designers que hoje exercem a profissão de uma maneira pouco (ou nada) comprometida com os rumos da categoria, serão os mesmos que continuarão oferecendo logotipos e ‘logomarcas’ a preço de banana. Eles continuarão sendo os ‘dentistas’ e ‘oculistas’ da rua de comércio popular. A única diferença é que eles farão isso de maneira regulamentada. Terão o aval de algum órgão regulamentador para continuar atuando à margem da ética profissional e do comprometimento com a classe. Peças de segunda linha emperrando as engrenagens e comprometendo o funcionamento da máquina.
Acredito que a nossa geração (ei, isso é com você que está lendo este texto!) não colherá os frutos da regulamentação profissional. Morreremos todos antes que tenhamos obtido qualquer benefício palpável. Continuaremos sobrevivendo nesse mundo profissional caótico, convivendo com a mesma miséria intelectual e pobreza de espírito de alguns (Ok! São muitos, eu sei…).
Brigar pela regulamentação, porém, é extremamente necessário. Só é possível que nasçam frutos bons no futuro se plantarmos hoje a semente desse amanhã.
Penso que, ainda mais importante do que lutar apenas pela regulamentação, seja batalhar pela nossa mudança de atitude. É imperativo que sejamos íntegros e tenhamos uma atuação profissional legítima, tentando contaminar nosso entorno com essa maneira de ser, agir e pensar. Que ao invés de oferecermos obturações por 20 reais, apresentemos propostas verdadeiras. Soluções holísticas que coloquem um sorriso saudável no rosto. No seu, no meu, no dos nossos clientes e no rosto de toda a sociedade.
(Copyright - Morandini 2008)
www.morandini.com.br
Publicado por Morandini em 07 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
A Anne-Marie Müller, é uma talentosa artista plástica que nasceu na Suíça e já morou em diversos países. Atualmente ela vive em Hong-Kong com o marido, que é Cônsul naquele país.
Há cerca de cinco anos, ela conheceu meu trabalho na Internet e, desde então, temos nos correspondido freqüentemente. Na semana passada ela esteve em São Paulo, e finalmente pudemos nos encontrar pessoalmente e ter um longo bate papo.

Com Anne-Marie Müller, em frente ao Museu de Arte de São Paulo
Em 2006, ela havia encomendado três telas minhas. As pinturas eram alusivas aos signos do horóscopo chinês dos seus dois filhos e da namorada de um deles. Como o filho trocou de namorada, desta vez ela pediu mais dois trabalhos: um do signo dela (cobra) e outro do signo da nova namorada do filho (boi).
Na visita que fizemos ao MASP, estivemos acompanhados do Sr. Hans Hauser, que é Cônsul Geral da Suíça no Brasil.

Com Hans Hauser, Cônsul Geral da Suíça no Brasil e Johann Müller, Cônsul da Suíça em Hong-Kong
Publicado por Morandini em 04 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
No projeto original da Gelateria Vipiteno, o arquiteto Washington Fiúza projetou dois conjuntos de nichos iluminados para receber fotos de sorvetes. Para marcar o primeiro semestre de funcionamento da casa, fui convidado pelos sócios da Vipiteno para fazer uma intervenção nesses nichos, substituindo as fotos originais.

Para isso, usei alguns desenhos que têm a mesma linguagem estética que adotei na identidade visual do lugar. No total, são 18 nichos, que acabam compondo duas cenas diferentes.
Vistos isoladamente, os painéis são quase trabalhos abstrato-geométricos, que acabam ganhando outro sentido quando observados à distância.
Publicado por Morandini em 03 Jul 2008 | sob: Blog do Morandini
“Designers são visuais: eles são capazes de ver coisas antes que se tenha qualquer coisa para ser vista.”
Ralph Caplan, escritor e consultor de comunicação, autor do livro “By Design”